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Faleceu José Maria Nunes Beja


Viúvo de Maria Lina da Silva morreu 22 anos depois da esposa.
José Maria Nunes Beja faleceu no Hospital dos Covões, no dia 25 de Janeiro de 2011 aos 79 anos de idade. Segundo fonte de informação da família, a morte ocorreu por: “não ter sido possível controlar uma hemorragia no estômago”.
O falecido morou no Bairro de Monte Alegre e presentemente vivia num lar.
No ano de 1977 quando tinha 46 anos, José Maria Beja ficou com uma lesão na coluna, por ter caído de uma nogueira. Há 34 anos que vivia numa cadeira de rodas. 12 anos depois no ano de 1989, ficou viúvo de Maria Lina da Silva.
Era pai de: Teresa Silva Beja, Jorge Manuel Silva Beja, Fátima Maria Silva Beja e José Manuel Silva Beja.
José Maria foi sepultado no Cemitério da Redinha, no mesmo local da esposa.

Família Fijô, visita o Museu do Rancho Folclórico da Redinha

Beneméritos visitam o Museu, que foi possível fazer, graças ao protocolo entre a família Fijô e a Junta de Freguesia da Redinha.

Alguns descendentes da família Fijô, acompanhados da matriarca da família D. Maria José Corte Real, (neta “das Glórias”), visitaram o museu no dia 30 de Dezembro; cerca das 18:00 horas. A visita foi guiada por Lúcio Marto, Presidente do Rancho Folclórico da Redinha, que abriu o museu especificamente para esta visita.
 Recordamos que: o Museu está nas instalações de um lagar, que estava em ruínas. Graças ao contrato Comodato* entre a Junta de Freguesia da Redinha e a família Fijô, foi possível fazer a reconstrução e reconversão do edifício.
 A família Fijô, esteve a passar a época natalícia, na residência que possuem na Redinha e nunca tinham tido oportunidade de visitar o museu, -- cujo edifício cederam, -- para que o Rancho possa expor o seu espólio museológico.
 Para além das peças expostas e de uma exposição de anjos, do Centro Escolar da Redinha, puderam ainda apreciar os equipamentos de fazer o azeite, que ainda existem no espaço do museu e estão enquadrados na decoração. Esse equipamento, foi o mote para uma tertúlia, que recordou: a laboração do lagar, a relação deste com a Redinha e dos proprietários com a população.
Guiados pela memória privilegiada de D. Maria José, -- nascida e criada na Redinha, casada com António Castro Corte Real “Fijô”, -- desfilaram imagens da história da família e da relação afectiva, profunda, com as gentes da Redinha. Uma canção antiga, foi resgatada às brumas da memória, por Maria José Corte Real, num registo sonoro, que Lúcio Marto disse: querer usar no reportório do Rancho.
 Também foi registada uma receita, da autoria de Maria José Corte Real, que em vez de manteiga leva azeite. A receita foi criada, para aproveitar a abundância de azeite que havia na Redinha. Com as três filhas presentes, (mais um genro e alguns netos), recordou que estas, quando eram crianças: não queriam mais nada para o lanche, na escola, que não fosse pão com azeite. Na pré-história dos plásticos, conter a generosidade do azeite dentro do pão, era “guerra” que só podia ser travada, na lavagem da roupa que usavam na escola e guardanapos que envolviam o pão.
 Com a nossa reportagem presente, nesse momento de convívio, foram feitos registos, que vão ser usados para: organizar futuro arquivo histórico da Redinha e para nosso arquivo, para apontamentos futuros; a tratar nestas páginas. Uma promessa que podemos fazer, por agora, é: a publicação da letra da canção e a receita do bolo “Maria José”, inventado pela filha da Redinha, Maria José Corte Real.

Visita de elementos da família Fijô, foi “desculpa” para viagem ao passado na Redinha. 

* Contrato Comodato – Contrato oral ou escrito, em que um comodante, -- neste caso a família Fijô, -- cede de forma gratuita, um bem não fungível, (que não se gasta), a um comodatário que é a Junta de Freguesia da Redinha; para utilização pelo Rancho Folclórico da Redinha.

A gravidez na adolescência, foi o tema da reunião no Auditório do Colégio Cidade Roda


O Colégio Cidade Roda, promoveu reunião no dia 14 de Dezembro, inserido no projecto Escola de Pais.

A Drª Fátima Dionísio, Médica Pediatra do Hospital de Pombal, foi a moderadora da referida reunião, do tipo perguntas e respostas.
 Os aspectos mais referidos na reunião, foram: a prevenção como forma de evitar a gravidez; a recomendação de diálogo com as(os) filhas(os), para que estas se sintam à vontade, para pedirem para ser conduzidas a uma consulta de planeamento familiar e que o recurso a essas consultas, também serve para os jovens obterem informação sobre sexualidade.
 Foi referido, -- como forma de tranquilizar os pais, -- que as consultas de planeamento familiar, não são só para obter métodos de contracepção, ou para resolver problemas de gravidez não desejada.
 A assistência composta por adultos e jovens, seguiu com interesse o debate, o que foi visível pelas muitas perguntas que foram feitas. Alguns dos presentes, contribuíram também com alguma informação (e recomendações), que foram corrigidas, -- quando oportuno, -- pela moderadora, ou pelas Drªs Assunção Silvestre (Coordenadora do Departamento da Educação para a Saúde) e Cristina Santos (Dinamizadora do Gabinete Escola de Pais) e que também fizeram parte da mesa.
 A afluência de público, surpreendeu as responsáveis pelo evento, uma vez que a noite estava fria e era Sexta-feira, dia de noitada para os jovens. Apesar de alguns espaços vazios a sala estava composta.
Constatou-se que a maioria dos pais, enfrenta um paradoxo: querem ter diálogo com as filhas, para que estas se sintam à vontade, para pedirem para as levarem a uma consulta de planeamento familiar, antes de iniciarem a sua vida sexual; mas por outro lado, revelam dificuldade em aceitar, que as filhas iniciem a sua sexualidade na adolescência. 
 Por parte dos jovens, ficou no entanto patente, que gostavam de poder recorrer, (se precisarem), às consultas de planeamento familiar, (que referiram pode ser apenas para receberem informação), mas receiam a reacção os pais.
 De forma a tranquilizar os pais, foi referido por alguns dos intervenientes, -- nomeadamente uma jovem, -- que disse: “quando pedimos para ir a uma consulta de Planeamento Familiar, não é só porque queremos contraceptivos, podemos querer informar-nos só sobre sexualidade” e a Drª Assunção, acrescentou: (mais tarde, em entrevista a este jornal), que essas consultas, servem também para detectar eventuais doenças, entre as quais as ginecológicas.
 O colégio tem dois antecedentes de gravidez na adolescência. Em ambos os casos, bem sucedidas. Porque as jovens têm, hoje, formação superior, apesar de ambas, terem optado por ter os filhos. A uma delas, a mais velha, foi oferecida ajuda, mas declinou tendo sido bem sucedida, a outra foi acompanhada pelas responsáveis da escola, até à fase de contar à mãe a gravidez da filha.
 Esta dificuldade, (em contar da gravidez), suscitou recordações emocionadas, a uma das presentes, que deu o testemunho, de quando tinha trinta e cinco anos e já mãe de dois filhos, demorou 15 dias para ganhar coragem, para contar a alguém que: estava grávida e com a voz embargada pela emoção, fez um apelo: “…[mães], quando as vossas filhas pedirem que as levem a uma consulta de planeamento familiar… levem-nas!”

Estão previstas mais reuniões, com temas como: comportamentos saudáveis, técnicas de relaxamento e bullying, entre outras, no âmbito desta iniciativa de aproximar os encarregados de educação do colégio.

Vandalismo na Redinha em noite de Halloween


A noite de Hallowen, serviu de desculpa, para desmandos; um pouco por toda a Redinha...

 
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